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Tratamento Restaurador Atraumático. Como o próprio nome diz: SEM TRAUMA. Nem odontológico nem psicológico!

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Aceitabilidade do TRA por pacientes com transtornos mentais (Artigo 3)

MOLINA, FAULKS, FRENCKEN
Acceptability, feasibility and perceived satisfaction of the use of the Atraumatic Restorative Treatment approach for people with disability.

Braz Oral Res [online]. 2015;29(1):1-9
 
O estudo comparou o Tratamento Restaurador Atraumático (ART) com o Tratamento Restaurador Convencional (CRT) com resina composta, sendo o CRT com ou sem o uso da Anestesia Geral (GA), dependendo da necessidade. O Objetivo foi avaliar a aceitabilidade, viabilidade e satisfação destes tratamentos sobre pacientes com algum tipo de transtorno mental. (Paralisia Cerebral, Transtorno do Espectro Autista, Síndrome de West, Síndrome de Down, Retardo Mental de origem não especificada e Síndrome de Rett. 66 pacientes foram submetidos aos tratamentos, 43 receberam o ART e 5 o CRT. 14 pacientes receberam o tratamento sob GA. A satisfação foi estatisticamente maior para os que receberam ART do que para aqueles que receberam CRT, tanto na clínica, quanto a anestesia geral.
Estímulos desagradáveis, tais como a injeção de anestesia local, ou o ruído e a vibração de instrumentos rotatórios provocam ansiedade e subsequente oposição ao tratamento tanto a curto e longo prazo. As potenciais vantagens do ART na população com deficiências são que a broca e a anestesia local são evitadas e, portanto, a abordagem é menos susceptível de provocar a ansiedade. Logo, o ART pode ajudar a reduzir as barreiras no cuidado à pacientes especiais.
Concluiu-se que o ART foi satisfatório, viável e aceitável e é uma abordagem eficaz para o tratamento restaurador em pacientes com deficiências que possuem dificuldades em lidar com o tratamento convencional. 
Questionamentos levantados pela na discussão deste artigo foram:
1-    Por que o uso de anestesia local em 4 dos 47 pacientes que foram submetidos ao TRA, visto que na remoção seletiva de cárie não é necessário o uso de anestesia local pela técnica não invasiva?
Por que ainda existem profissionais que se recusam a utilizar a técnica TRA como tratamento definitivo em pacientes, mesmo que evidências científicas mostrem sua funcional aplicabilidade e que esta é uma técnica segura e vantajosa?

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